
Retorna a Lisboa. É preso por envolver-se em brigas.Viaja ao Oriente, a serviço do império. É nomeado, em 15569, provedor dos bens de defuntos e ausentes em Macau, na China. Acusado de prevaricador no desempenho do cargo, volta a Goa, sob prisão. Durante essa viagem, naufraga na foz do rio Mecon (Indochina). Nesse naufrágio, perde sua companheira chinesa, mas consegue salvar a nado, numa das mãos, os manuscritos de Os Lusíadas.
Retorna a Lisboa em 1570, paupérrimo. Publica, em 1572, Os Lusíadas. Leva uma vida miserável em Lisboa, apesar de uma pensão anual de 15 mil-réis, fornecida por D.Sebastião. Morre em 1580, em extrema miséria.
Considerado o maior poeta português do Classicismo e um dos maiores de toda a literatura em língua portuguesa, Camões “viveu tão intensamente o seu tempo, que se lhe tornou um símbolo acabado” (Massaud Moisés, Lírica).
Obras de Camões
1572- Os Lusíadas
Lírica
1595 - Amor é fogo que arde sem se ver
1595 - Eu cantarei o amor tão docemente
1595 - Verdes são os campos
1595 - Que me quereis, perpétuas saudades?
1595 - Sobolos rios que vão
1595 - Transforma-se o amador na cousa amada
1595 - Sete anos de pastor Jacob servia
1595 - Alma minha gentil, que te partiste
1595 - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
1595 - Quem diz que Amor é falso ou enganoso
Teatro
1587 - El-Rei Seleuco.
1587 - Auto de Filodemo.
1587 - Anfitriões
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Os Lusíadas

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Fonte:
· Brasil Escola
· Jornal da Poesia
· Sua Pesquisa
· Wikipédia
nossa que historia de vida tem esse homem
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